História do pão
A evolução dos romanos até a ciência moderna.
Os grandes estudiosos da fabricação de pães foram os egípcios, com quem os romanos aprenderam e incrementaram as formas de tratar o trigo e de panificar. Naquela época, o pão era tão importante como alimento que o trigo era guardado a sete chaves. A demanda era enorme e, na época de Julio César, estima-se que havia, só em Roma, mais de 400 padarias.
Aparecem então as primeiras casas de pão. O cliente fica do lado de fora e assim inicia-se o sistema de venda de pães, com peso oscilando entre 400 e 1000 gramas, ressaltando seu alto poder nutritivo. As variedades e formatos mais elaborados eram encomendados pelos Reis e suas Cortes.
Há cerca de 100 a 150 anos era comum, sobretudo nas áreas rurais, que cada família fizesse seu próprio pão, e o marcasse com uma espécie de selo ou sinal. Cada um usava seu próprio método natural de fermentar, personalizando seu produto com o uso de gordura animal, manteiga, leite, ovos, buscando melhorar a qualidade.
Com a descoberta de Louis Pasteur, em 1859, a tecnologia evoluiu. Comprovando que o agente das fermentações que estragava os alimentos era um organismo microscópico capaz de crescer e se reproduzir, iniciou-se a produção industrial moderna de fermentos selecionados. A indústria da panificação passou a ser uma ciência.
Em 1872, na França, a família Lesaffre desenvolveu a fabricação da levedura prensada. A levedura seria, futuramente, a base do desenvolvimento constante do Grupo e de sua diversificação. O domínio do organismo infinitamente pequeno tem incentivado o Grupo Lesaffre, há mais de um século, a progredir com regularidade no misterioso mundo da Biologia e da Biotecnologia.